
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
"Esta é nossa rua",
é uma reportagem de Margarida Metello sobre a Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Eu trabalhei numa empresa sediada nessa rua em 2007. Percorria os mais de 2 km da avenida e observava o seu contraste entre os prédio de uma arquitectura requintada e as prostitutas na rua. Chegava a praça Martim Moniz (na a praça onde ser português é ser estrangeiro*) e lembrava-me de um amigo meu me aconselhar a não andar por ali a noite, pois era "um ponto de encontro". No alto da avenida, esta torna-se burguesa. Gostei do documentário, permite-nos conhecer a história da rua e de algumas pessoas que ali vivem e saber qual a visão, expectativas e sonhos.
*pfff, é verdade, sou francesa...
*pfff, é verdade, sou francesa...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Para quem gosta de animais,

recomendo este documentário, a não perder, sobretudo se cresceram a ver a série "Flipper".
The cove retrata as consequências da série, dos actos bárbaros impostos a uma espécie e da manipulação política e económica que até muitas vezes chega a prejudicar o próprio homem. O documentário, além da causa que retrata, é de grande qualidade.
Eu nunca vi um golfinho, mas uma coisa é certa, só os quero ver no mar a nadar em liberdade e nunca numa piscina a fazer acrobacias. Esta é a minha segunda resolução absoluta por respeito aos animais, a primeira é não comer foie gras. Quanto ao vegetarianismo, já faltou mais.
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Momentos de cinema
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Mudanças

Vou mudar de trabalho. Durante a próxima semana vou andar como uma doida a organizar tudo para abraçar um novo desafio. A decisão de mudança foi-me difícil. Existem pesos de cada lado da balança. Vou mudar o certo pelo incerto, ou talvez não. Sei que vou crescer, que vou ganhar cabelos brancos, que vou saber o que é stress, que vou ter um trabalho com rotina (pois na consultoria a rotina não existe).
Já não me questiono se fiz bem ou não, pois a minha decisão já está tomada. Afinal, só sabemos se uma escolha foi acertada muito mais tarde, quando olharmos para trás e analisamos.
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O meu estado
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Incoerências
Se perguntarmos as pessoas se concordam com a adopção de crianças por um casal homossexual, começam logo a dizer que não, que não existe um modelo parental blablabla. Mas ninguém fica revoltado ou critica o facto da apresentadora Solange, que assumiu a sua homossexualidade, ser mãe e isso ser capa de revista. Sejam coerentes, por favor. Não gosto de abordar este tipo de assuntos, pois não gosto de preconceitos e de conversas com gente obtusa. Mas sim, sou a favor da adopção por casais homossexuais. Acho muito bem uma criança ter direito a uma casa onde vai ser cuidada, amada e sentir-se especial. Não me choca que Solange seja mãe apesar de homossexual, e tenho a certeza que será tão boa mãe como qualquer outra pessoa heterossexual. O que me choca é a incoerência e as limitações.
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Coisas que me passam pela cabeça
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Deficiprodut
A empresa Deficiprodut faz artigos em pele, desde porta-chaves a malas. Os artigos são de grande qualidade. A filosofia da empresa é ter como colaboradores exclusivamente pessoas portadoras de deficiência. Pode-se encomendar on-line e a empresa também faz distribuição, basta informar-se: ver aqui.
Hachiko
Hachiko era um cão de raça Akita que viveu no Japão entre 1924 e 1934. O Hachiko tinha como dono um professor universitário, professor Ueno, que acompanhava todas as manhas até a estação de comboios e ia esperá-lo todos os fins de tarde. As pessoas da localidade estavam habituadas a ver Hachiko esperar pelo seu dono, sentado, na estação. Em 1925, o professor Ueno morre dum AVC na universidade e nunca chegou naquele fim de tarde.
Hachiko, depois do falecimento, voltou todos os dias a estação esperar pelo seu dono. Fé-lo durante quase 10 anos. Actualmente ainda é homenageado devido a sua lealdade. No local onde esperava o seu dono, encontra-se hoje uma estátua de bronze que o representa.
(ver história mais completa: aqui)
(ver adaptações ao grande ecrã: aqui e aqui)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Almoço tardio
Almoço:17h Local:Shopping
Não podia ser mais deprimente, pedir uma sopa ás 17h. Enquanto comia a minha sopa, observava as pessoas que andavam no shopping em horário de expediente: velhotes (homens em grupo ou casais), as dondocas loiras (pleonasmo) de faixa etária entre os 40 e 60 anos, os pais que devem estar a gozar a baixa de maternidade (papá ou mamá com carrinho de bebé recém-nascido), e claro, os estudantes. Na televisão passava o video clip do Rick Astley (sim aquele vídeo fatel com um gajo ruivo) vale sempre a pena ver para se rir. Infelizmente, rir sozinha é estúpido, sobretudo num shopping as 17h com uma sopa a frente.
Não podia ser mais deprimente, pedir uma sopa ás 17h. Enquanto comia a minha sopa, observava as pessoas que andavam no shopping em horário de expediente: velhotes (homens em grupo ou casais), as dondocas loiras (pleonasmo) de faixa etária entre os 40 e 60 anos, os pais que devem estar a gozar a baixa de maternidade (papá ou mamá com carrinho de bebé recém-nascido), e claro, os estudantes. Na televisão passava o video clip do Rick Astley (sim aquele vídeo fatel com um gajo ruivo) vale sempre a pena ver para se rir. Infelizmente, rir sozinha é estúpido, sobretudo num shopping as 17h com uma sopa a frente.
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O meu estado
sábado, 23 de janeiro de 2010
Há uns dias atrás estava a deslocar-me de autocarro. De repente, ficamos parados e por vezes andávamos a passo de caracol. A ambulância passou por nós no mesmo sentido, em direcção ao então, deduzido, acidente. A estrada tinha três vias, o acidente ocupava duas. Ao ver os carros acidentados, vi que os bombeiros estavam a assistir as pessoas dentro do veículo e pensei: "Não quero ver". Desviei o olhar na esperança de passar rápido por aquele cenário. E não é que o condutor decidiu parar ao lado do acidente, na única via transitável. Vi a pessoa que estava a minha frente com olhos arregalados e a agitar-se para conseguir ver algo, vi as pessoas em pé no autocarro e fiquei irritada, revoltada, disse para avançar e pensei "se gostam tanto deste tipo de espectáculo, vão para bombeiros, ao menos seriam úteis."
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Coisas que me passam pela cabeça
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
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