quinta-feira, 17 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010

Perdi a minha avó em Dezembro. Hoje estive em casa dela, e foi estranho, voltei a nao querer acreditar que ela tinha ido. Fui ao cimetério, e o foi estranho ver a foto dela ali... Custa-me imenso, não só porque era minha avó, mas porque no fundo era mais do que isso, era uma pessoa que eu adorava. Admirava a sua boa disposição, a sua bondade, as suas palavras sábias... A minha terra perdeu a terra, só ficou o céu.
(post relacionado)
Festivais de verão
O festival FMM de Sines foi dos festivais de verão que mais gostei de ir, tem surpresas em cada esquina, o ambiente e envolvimento é 5 estrelas. Vou começar a planear ir ao próximo!
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Música
quinta-feira, 8 de abril de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
As vezes tenho tiradas tão espontâneas que segundos depois realizo o quão desadequado foi. No outro dia estava no local de trabalho, a falar com um colega e uma colega grávida de saída:
O colega- Não se esqueça de nos avisar quando nascer a criança.
A grávida- Não se preocupa, vai ser o primeiro a saber.
Francesa- Deve dizer isso a toda a gente, não?
O colega- Não se esqueça de nos avisar quando nascer a criança.
A grávida- Não se preocupa, vai ser o primeiro a saber.
Francesa- Deve dizer isso a toda a gente, não?
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Coisas que me passam pela cabeça
quarta-feira, 10 de março de 2010
Sem as mãos
Há locais mesmo muito especiais, este é um dele. Pelo local e pelas recordações que lhe estão associadas. Ainda ontem me lembrei de experimentar uma descida de bicicleta sem as mãos, depois de vencer esse medo de largar o que me dava segurança, e sentir uma sensação óptima de liberdade que faz rir de prazer.
terça-feira, 2 de março de 2010
To be or not to be...
Esta nova fase profissional obriga-me a adoptar posturas as quais não estou familiarizada. No meu emprego anterior, a relação com as pessoas tinha que ser descontraída, quase cúmplice. A simpatia estava em primeira ordem, o aspecto cuidado, etc. Acabava por me tornar quase amiga das pessoas, e não me importava, alias foi o que mais me custou, despedir-me de pessoas que acompanhava aos meses. Agora, nesta nova fase, tenho que esquecer o aspecto, numa empresa alimentar andamos todos de bata branca e galochas. Nada de maquilhagem. Uma coisa é positiva, ao menos, estamos todos iguais. Mas a relação com as pessoas muda, existe uma hierarquia. Um hierarquia que não pode ser quebrada. A simpatia deixou de existir. Cheguei a conclusão que durante o dia mal sorrio. Faço tudo para não deixar escapar aquelas minhas deixas: subtis piadas ou "subtis" estupidezes. Vou ter que ser séria. Por isso quando saí hoje pus logo música no carro e saí a cantar, ai carago, be free!
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O meu estado
segunda-feira, 1 de março de 2010
Menina Cadáver

Vou contar a história da imagem, senão vão pensar: "que raio é isso?". A menina cadáver é um desenho que fiz, ao tentar reproduzir a foto de uma amiga minha de quando ela tinha 8 anos. O resultado não foi brilhante, ela riu-se e baptizou de "menina cadáver". Tou desde dessa data para digitalizar o desenho e enviar-lhe. Mas como sei que é uma leitora assídua do meu blog, decidi colocar aqui. Acreditem que ela não tinha esse ar cadavérico na foto. E que na realidade ela é linda!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Rentrée des classes

Amanhã é o meu primeiro dia de trabalho e estou a ouvir música do mundo, a pensar em férias... Só daqui 6 meses... só espero que passe rápido e bem.
As viagens fazem o sábio mais sábio e o tolo mais tolo.
Provérbio
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O meu estado
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
"Esta é nossa rua",
é uma reportagem de Margarida Metello sobre a Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Eu trabalhei numa empresa sediada nessa rua em 2007. Percorria os mais de 2 km da avenida e observava o seu contraste entre os prédio de uma arquitectura requintada e as prostitutas na rua. Chegava a praça Martim Moniz (na a praça onde ser português é ser estrangeiro*) e lembrava-me de um amigo meu me aconselhar a não andar por ali a noite, pois era "um ponto de encontro". No alto da avenida, esta torna-se burguesa. Gostei do documentário, permite-nos conhecer a história da rua e de algumas pessoas que ali vivem e saber qual a visão, expectativas e sonhos.
*pfff, é verdade, sou francesa...
*pfff, é verdade, sou francesa...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
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