domingo, 28 de fevereiro de 2010

Rentrée des classes


Amanhã é o meu primeiro dia de trabalho e estou a ouvir música do mundo, a pensar em férias... Só daqui 6 meses... só espero que passe rápido e bem.


As viagens fazem o sábio mais sábio e o tolo mais tolo.

Provérbio


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Já não sou

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O medo de quem não opina



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

"Esta é nossa rua",


é uma reportagem de Margarida Metello sobre a Avenida Almirante Reis, em Lisboa. Eu trabalhei numa empresa sediada nessa rua em 2007. Percorria os mais de 2 km da avenida e observava o seu contraste entre os prédio de uma arquitectura requintada e as prostitutas na rua. Chegava a praça Martim Moniz (na a praça onde ser português é ser estrangeiro*) e lembrava-me de um amigo meu me aconselhar a não andar por ali a noite, pois era "um ponto de encontro". No alto da avenida, esta torna-se burguesa. Gostei do documentário, permite-nos conhecer a história da rua e de algumas pessoas que ali vivem e saber qual a visão, expectativas e sonhos.

*pfff, é verdade, sou francesa...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Recordação de um café na praia





Diz-se da melhor companhia: a sua conversa é instrutiva, o seu silêncio, formativo.
Johann Goethe

Deliciar os olhos

The Third & The Seventh from Alex Roman on Vimeo.

Para quem gosta de animais,



recomendo este documentário, a não perder, sobretudo se cresceram a ver a série "Flipper".
The cove retrata as consequências da série, dos actos bárbaros impostos a uma espécie e da manipulação política e económica que até muitas vezes chega a prejudicar o próprio homem. O documentário, além da causa que retrata, é de grande qualidade.
Eu nunca vi um golfinho, mas uma coisa é certa, só os quero ver no mar a nadar em liberdade e nunca numa piscina a fazer acrobacias. Esta é a minha segunda resolução absoluta por respeito aos animais, a primeira é não comer foie gras. Quanto ao vegetarianismo, já faltou mais.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Mudanças


Vou mudar de trabalho. Durante a próxima semana vou andar como uma doida a organizar tudo para abraçar um novo desafio. A decisão de mudança foi-me difícil. Existem pesos de cada lado da balança. Vou mudar o certo pelo incerto, ou talvez não. Sei que vou crescer, que vou ganhar cabelos brancos, que vou saber o que é stress, que vou ter um trabalho com rotina (pois na consultoria a rotina não existe).
Já não me questiono se fiz bem ou não, pois a minha decisão já está tomada. Afinal, só sabemos se uma escolha foi acertada muito mais tarde, quando olharmos para trás e analisamos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Incoerências

Se perguntarmos as pessoas se concordam com a adopção de crianças por um casal homossexual, começam logo a dizer que não, que não existe um modelo parental blablabla. Mas ninguém fica revoltado ou critica o facto da apresentadora Solange, que assumiu a sua homossexualidade, ser mãe e isso ser capa de revista. Sejam coerentes, por favor. Não gosto de abordar este tipo de assuntos, pois não gosto de preconceitos e de conversas com gente obtusa. Mas sim, sou a favor da adopção por casais homossexuais. Acho muito bem uma criança ter direito a uma casa onde vai ser cuidada, amada e sentir-se especial. Não me choca que Solange seja mãe apesar de homossexual, e tenho a certeza que será tão boa mãe como qualquer outra pessoa heterossexual. O que me choca é a incoerência e as limitações.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Deficiprodut

A empresa Deficiprodut faz artigos em pele, desde porta-chaves a malas. Os artigos são de grande qualidade. A filosofia da empresa é ter como colaboradores exclusivamente pessoas portadoras de deficiência. Pode-se encomendar on-line e a empresa também faz distribuição, basta informar-se: ver aqui.

Hachiko


Hachiko era um cão de raça Akita que viveu no Japão entre 1924 e 1934. O Hachiko tinha como dono um professor universitário, professor Ueno, que acompanhava todas as manhas até a estação de comboios e ia esperá-lo todos os fins de tarde. As pessoas da localidade estavam habituadas a ver Hachiko esperar pelo seu dono, sentado, na estação. Em 1925, o professor Ueno morre dum AVC na universidade e nunca chegou naquele fim de tarde.
Hachiko, depois do falecimento, voltou todos os dias a estação esperar pelo seu dono. Fé-lo durante quase 10 anos. Actualmente ainda é homenageado devido a sua lealdade. No local onde esperava o seu dono, encontra-se hoje uma estátua de bronze que o representa.
(ver história mais completa: aqui)
(ver adaptações ao grande ecrã: aqui e aqui)